Braide ainda afirmou que a tarifa estaria na casa dos R$ 7 se concedesse os reajustes anualmente e criticou a qualidade do serviço prestado, mencionando problemas como frota insuficiente, falhas no ar-condicionado, falta de renovação dos veículos e ausência de reformas nos terminais. “Ao invés de pedirem um novo aumento, os empresários devem responder para onde foi o dinheiro que era pago aos cobradores que eles demitiram, o que aconteceu com os créditos de vale-transporte que sumiram dos cartões e o que fazem com os R$ 80 milhões de subsídios pagos pela Prefeitura”, afirmou.
O prefeito defendeu as medidas adotadas pela gestão durante a paralisação, como a liberação de vouchers para corridas de aplicativo, e disse que a administração municipal segue empenhada na realização de uma nova licitação para o sistema de transporte coletivo da capital.

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