terça-feira, 5 de junho de 2012

'Metodologia da PNAD passará a ser contínua', diz IBGE

Pesquisa passará a ser contínua, com visitas trimestrais durante um ano.
Técnicos fazem perguntas sobre trabalho, rendimento e família do morador.

Depois do Censo 2010, o IBGE modificou a metodologia para a PNAD, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio. O trabalho, que antes era anual, passa agora a ser trimestral, mas nem todas as casas serão visitadas. E há, também, um problema antigo: o receio em receber os agentes do IBGE.

As visitas são feitas em casas selecionadas pelo instituito. Os técnicos fazem perguntas sobre o trabalho, o rendimento e as características familiares do morador. "Eles querem saber quantas pessoas moram em sua residência, se elas trabalham ou são aposentadas, se têm estudo completo", contou o estudante Fábio Almeida.

A partir de agora, a PNAD passa a ser contínua, o que quer dizer que o morador que está sendo pesquisado vai receber a cada três meses, durante um ano, a visita dos agentes do IBGE. No Maranhão, o trabalho vai ser feito em mais de 10 mil domicílios. "Agora, um domicílio vai ser visitado por cinco semestres consecutivos. Após isso, esse domicílio sai da mostra e outro é selecionado", explicou Gustavo Pereira, supervisor estadual da PNAD Contínua.

A PNAD é uma pesquisa feita todos os anos pelo IBGE para revelar as condições de vida da população brasileira. "Nós visitamos a residência com crachá, uniforme e damos informações para que as pessoas conheçam a importância dessa pesquisa para o futuro, porque é através dela que os nossos governantes vão tomar medidas para melhorar a cidade", argumentou , Ricardo Castro, agente de pesquisa do IBGE.

Cada casa visitada representa cerca de 700 domicílios de sua localidade. Se o morador se recusar a receber a visita dos agentes, o IBGE não tem como fazer a substituição por outro imóvel, por isso, a importância de que o cidadão receba os pesquisadores e responda os questionamentos.

Os moradores devem ficar atentos à identificação dos técnicos do IBGE, que usam farda, crachá e o equipamento eletrônico para coleta dos dados. "Essa dificuldade está em grande número principalmente na área nobre da cidade, onde a dificuldade para encontrar as pessoas nos domicílios", lamentou a supervisora da PNAD, Elcilene Mendes.
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