sexta-feira, 7 de junho de 2019

Em Rosário, Alunos do povoado Vila Rosário andam 2 km para poder pegar o transporte escolar.

Alunos do povoado Vila Rosário exaustos da caminhada de 2 km para poder pegar transporte escolar.
Uma denuncia através de vídeo chegou a redação do blog , feito por moradores do povoado Vila Rosário no município em Rosário, que   mostra  crianças andando a pé cerca de  2km para pegar o transporte escolar para ir para escola do município.

O morador que grava a cena mostra uma  total revolta com a falta de infraestrutura na estrada do povoado abandonada pela gestão Irlahi Moraes,  e as crianças vindo cansadas exaustas, já que  faz cerca de 35 dias que isso vem acontecendo essa falta de respeito no município de Rosário com os alunos do povoado Vila Rosário.

A secretaria de Educação do município através do secretário  Joaquim , secretário de Infraestrutura e a prefeita Iriahi,  tem que se manifestar pela falta de respeito para com os alunos que buscam a riqueza maior que é o estudo. 

O Ministério Público não pode ficar calado vendo crianças andar 2km para pegar o transporte escolar, enquanto a prefeita Iriahi fica calada .A prefeita Iriahi vem tirando o direito ir e vir dos alunos.




quinta-feira, 6 de junho de 2019

Vereadores são presos por pedirem propina para arquivamento de CPI contra prefeita no Maranhão

A Polícia Civil cumpriu na manhã desta quarta-feira (5) cinco mandados de prisão temporária e oito de busca e apreensão contra vereadores de Vitória do Mearim, distante 120 km de São Luís. A operação é de responsabilidade da Superintendência Estadual de Combate a Corrupção e Organizações Criminosas (Seccor) e o Ministério Público do Maranhão e apura crimes de corrupção passiva e associação criminosa.
Ação da Polícia Civil em conjunto com o Ministério Público descobriu o esquema montado por vereadores de Vitória do Mearim. — Foto: Divulgação/ Polícia Civil
A operação teve como alvos oito vereadores. Foram alvos apenas de busca e apreensão o presidente da Casa, George Maciel da Paz, além de Marcelo Silva Brito e Raimundo Nonato Costa da Silva.
Já os vereadores presos foram Hélio Wagner Rodrigues Silva, Oziel Gomes da Silva, Mauro Rogério Pires, José Mourão Martins e Benoa Marcos Rodrigues Pacheco. Eles também tiveram mandados de busca e apreensão em suas residências executados.
Os aparelhos celulares e computadores apreendidos nas residências do vereadores vão passar por análise no Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro do Ministério Público.
Segundo a Polícia Civil, todos os presos vão ficar cinco dias no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, mas este prazo pode ser prorrogado por mais cinco dias “como forma de evitar que eles destruam ou omitam provas, ou até mesmo influenciem ou ameacem as testemunhas que serão ouvidas até a conclusão das investigações”.

Plano descoberto

Segundo a investigação, vereadores do município pediram propina para arquivarem uma Comissão parlamentar de Inquérito (CPI) contra a prefeita do município, Dídima Maria Coêlho. Os vereadores teriam pedido a propina ao marido da prefeita, que é o chefe de gabinete, Almir Coêlho Sobrinho. A CPI teria por base o crime de responsabilidade da gestora municipal.
Segundo a Polícia Civil, as conversas foram gravadas pelo chefe de gabinete. Nos áudios, a polícia disse que os vereadores pedem R$ 320 mil, que poderia ser pagos de forma parcelada. No decorrer das investigações, a polícia descobriu que outros vereadores iniciaram novas chantagens no valor de R$ 70 mil. Teve um vereador que chegou a pedir R$ 100 mil.
Almir Coêlho Sobrinho disse em depoimento aos policiais que além da propina, ele descobriu que os vereadores pretendiam afastar Dídima Coêlho para que “a vice (Elzir Lindoso) assumisse e pudesse sacar a quantia correspondente aos royalties da mineração destinados ao município”. O valor chega a R$2,2 milhões.
Do G1 Maranhão

Maldade: Empresa Primor convoca cobradores para acerto de demissão

A Empresa Viação Primor está comunicando aos empregados que começará a se preparar para as mudanças que estão ocorrendo no sistema de transporte coletivo de São Luís.

O comunicado diz que serão feitas reuniões nos próximos dias para definir quais passos a seguir.

A empresa pede, ainda, que os empregados que quiserem pedir desligamento aproveitem o momento e procurem o Departamento de Pessoal para acordo.

Com a palavra, o Sindicato dos Rodoviários, que já afirmou que não fez acordo com os empresários para que cobradores sejam demitidos.

Em muitas linhas da capital, cobradores já foram afastados. Os motoristas vêm fazendo a função de cobrador sem receber nenhum adicional no salário. A insatisfação da categoria é geral.

Por Gilberto Lima 

terça-feira, 4 de junho de 2019

Joãozinho Freitas participa de Audiência Pública na Associação de Moradores do Residencial Pinheiros.

Vereador Joãozinho Freitas durante Audiência com moradores do Residencial Pinheiros.
O vereador de São Luís Joãozinho Freitas (PTB) participou neste sábado (1), de uma Audiência Pública na Associação de Moradores do Residencial Pinheiros .

Durante audiência com os moradores do Residencial Pinheiros  e o presidente da Associação foram debatido melhorias na Segurança Pública , limpeza e infraestrutura do bairro .

" Estamos aqui para ouvir  e debater as reivindicações dos moradores para buscar melhorias através de pedido na Câmara de São Luís ao prefeito Edivaldo Holanda Júnior e ao governo do Estado" destacou vereador.

Estiveram presentes durante Audiência vereadores Sá Marques ,Marquinhos , Marcial Lima, Major Yamamoto, Coronel Alexandre comandante do policiamento Metropolitano,  representantes  da Caema e da SMTT.

Eliziane Gama vota contra MP que combate fraudes no INSS


Eliziane Gama foi a única senadora maranhense que votou contra a MP 871
O Plenário do Senado aprovou nesta segunda-feira (3) a medida provisória que busca coibir fraudes nos benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Foram 55 votos favoráveis e 12 contrários à proposição. Aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 11/2019, a MP 871/2019 segue agora para a sanção da Presidência da República.
Além de criar um programa de revisão de benefícios previdenciários, a MP exige cadastro do trabalhador rural e restringe o pagamento de auxílio-reclusão aos casos de cumprimento da pena em regime fechado.

Dos três senadores do Maranhão, dois estiveram presentes na votação:Roberto Rocha PSDB e Eliziane Gama (Cidadania). O Senador PDT Weverton Rocha estava integrando uma missão Internacional do Brasil na Guiana em visita a Base de Kaurou.


O senador Roberto Rocha votou a favor do MP de combate a fraude no INSS e Eliziane Gama foi contra.Roberto Rocha disse que não entende os motivos que levaram outros Senadores como Eliziane Gama a se posicionar contra," Como alguém pode votar contra o combate a fraude, Comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do Outro para prejudicar", disse Roberto Rocha. 


Análise de benefícios

De acordo com o texto final da MP, o INSS terá acesso a dados da Receita Federal, do Sistema Único de Saúde (SUS), do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e de outros bancos de informações para a análise de concessão, revisão ou manutenção de benefícios. O texto proíbe o compartilhamento, com outras entidades privadas, de dados obtidos junto a entidades privadas com as quais mantenha convênio.
Previstos para durar por dois anos (2019 e 2020), prorrogáveis até 2022, os programas de análise de benefícios com indícios de irregularidades e de revisão de benefícios por incapacidade pretendem continuar o pente fino realizado em anos anteriores em auxílios-doença e aposentadorias por invalidez.
Médicos peritos do INSS receberão um adicional por processo analisado além do horário de trabalho, com ênfase naqueles indicados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Controladoria-Geral da União (CGU) e por outros órgãos de investigação. Nesse último caso, o órgão poderá contar com parcerias com governos estaduais e municipais. Nessa lista, o relator, deputado Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), incluiu benefícios pagos em valor superior ao teto do INSS.

Suspensão

Caso haja algum indício de irregularidade, o beneficiário será notificado para apresentar defesa em 30 dias, por meio eletrônico ou pessoalmente nas agências do INSS. Uma emenda do deputado Bohn Gass (PT-RS) aumentou de 30 dias para 60 dias esse prazo para trabalhador rural, agricultor familiar e segurado especial. Se não apresentar a defesa no prazo ou ela for considerada insuficiente, o benefício será suspenso, cabendo recurso da suspensão em 30 dias.
O texto também passa a exigir prova de vida anual por meio de comparecimento na agência bancária pela qual recebe, utilizando-se de biometria ou outros meios definidos pelo órgão. Pessoas com deficiência moderada ou grave deverão receber funcionário do órgão em suas casas, conforme prevê o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015). Idosos com mais de 60 anos terão regras especiais a serem definidas pela presidência do INSS.

Trabalhador rural

Do pequeno produtor rural, considerado segurado especial, a MP exige a comprovação do tempo de exercício de atividade rural exercida antes de 2023 por meio de autodeclaração ratificada pelo Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pronater) de cada estado e por outros órgãos públicos, na forma de um regulamento. A partir de 1º de janeiro de 2023, somente a manutenção de cadastro junto ao Ministério da Agricultura (Cadastro Nacional de Informações Sociais – CNIS) validará o tempo de serviço em atividade rural.
Antes da MP, esse segurado especial podia apresentar outros meios de prova, como bloco de notas do produtor rural, contratos de arrendamento e outros. Agora esses meios de provas, assim como a declaração de sindicato de trabalhador rural ou de colônia de pescadores atestando a atividade, não serão mais aceitos. Entretanto, uma emenda prevê ainda que, até 2025, o cadastro poderá ser realizado, atualizado e corrigido. De qualquer maneira, a comprovação do tempo de serviço somente será admitida com início de prova material que seja contemporânea ao fato.

Auxílio-reclusão

A MP restringe o pagamento do auxílio-reclusão aos dependentes de preso em regime fechado, proibindo o pagamento aos presos em regime semi-aberto. Segundo o governo, os que estão detidos sob este regime podem trabalhar, o que não justificaria o benefício. O benefício também não poderá ser pago se a pessoa já tiver direito a qualquer outro pago pelo INSS, como pensão por morte ou salário-maternidade.
Quanto ao auxílio-doença, novas regras passarão a valer a partir da publicação da futura lei. O benefício não será pago àqueles reclusos em regime fechado, sendo suspenso por 60 dias se estava sendo pago no momento em que a pessoa foi recolhida à prisão e cancelado após esse prazo. Caso a pessoa seja solta, com habeas corpus por exemplo, o pagamento do auxílio-doença é restabelecido. E quando uma prisão for declarada ilegal, o segurado terá direito a receber o que não tiver sido pago no período da prisão.
O PLV 11/2019 prevê ainda que o exercício de atividade remunerada pelo segurado preso em regime fechado não acarreta perda do benefício pelos dependentes e que, em caso de falecimento na prisão, o valor da pensão por morte levará em conta o tempo de contribuição adicional que porventura tenha sido paga ao INSS. Em todo caso, a família poderá optar pelo valor do auxílio-reclusão.

domingo, 2 de junho de 2019

População de Bacabeira faz manifestação contra a falta de respeito na educação do município

 Por Rony Cordoso
Na tarde dessa sexta-feira, 31/05, vários pais de alunos da cidade de Bacabeira (MA) se organizaram em uma manifestação pacífica na porta da secretaria de educação e em frente da sede da prefeitura. O objetivo do manifesto era em prol de melhores condições na Infraestrutura da Escola Wilson Felix, localizada em Periz de Cima, zona rural da cidade, e do retorno da Diretora que teria sido exonerada por solicitar melhorias na unidade, onde nem mesmo o básico havia para atender as necessidades dos alunos.

Com um abaixo assinado em mãos, onde haviam assinaturas de pais, e demais cidadãos da comunidade, o grupo se deslocou até secretaria para tentarem ser atendidos pela atual Secretária de Educação, mas foram informados por um servidor que a secretária não respondia mais pela pasta e acabou entrando em contradição logo em seguida. O certo é que não foram atendidos por nenhum titular. Um servidor do setor administrativo conversou com o grupo e ouviu as demandas dos manifestantes. Entre as reclamações, estava a falta de condições físicas do prédio, mudança de fase elétrica, que tem causado transtornos, quadro para sala de aula e uma explicação dos motivos que levaram a exoneração da antiga gestora e seu pronto retorno para unidade escolar.

Ao se dirigirem até a prefeitura também não encontraram a gestora e foram recebidas apenas chefe de gabinete, que segundo ele, nem mesmo sabia que a diretora havia sido exonerada. O abaixo assinado foi entregue e protocolado pelos secretários da prefeitura na esperança de que chegue até prefeita e sejam atendidos os apelos dos pais de alunos que foram reivindicar seus direitos.

Durante a manifestação foram acionados a Guarda Municipal e Policia Militar, sendo que os manifestantes questionaram as presenças por eles estarem apenas querendo falar com a Prefeita ou secretaria de Educação e nem mesmo se atreveram entrar nos estabelecimentos e pelo histórico que a cidade tem, na atual gestão, de acionar a polícia todas as vezes que alguém tenta reclamar seus direitos.

Segundo o funcionário, a falta de infraestrutura da escola já está sendo resolvido, mas quanto o retorno da Diretora caberá apenas o prefeito resolver (sim, pois em Santa Rita e Bacabeira sabemos que é um prefeito só).


 Nossa equipe se deslocou até a escola Wilson Félix para apurar se realmente estavam sendo realizadas as melhorias no prédio nos deparamos com um cartaz que informava sobre o fato de não haver aula no período vespertino por causa de “alguns reparos”, sendo, que ao ser questionado sobre o período das reformas, o funcionário informou que poderia levar até mesmo uma semana para ser resolvido o problema. Ao ser questionado sobre as aulas perdidas, o funcionário limitou-se a dizer que tais aulas serão recuperadas.

Baixo Assinado


Baixo Assinado






Festas Juninas se aproximando e a prefeita Irlahi não investe na cultura local em Rosário

Apresentador José Raimundo Rodrigues destacou a falta de investimento da prefeita Irlahi na Cultura local.
A prefeita do Município de  Rosário Irlahi Moraes vem acabando com a cultura do município onde não quer investir na cultura local só em bandas de fora.

O município que é da terra onde nasceu o boi de orquestra, mas a falta de apoio da prefeita Irlahi vem enfraquecendo a cultura local,  onde até o apresentador e Jornalista do Maranhão TV José Raimundo Rodrigues destacou em comentários na rede social dizendo que "O poder público municipal tem percentuais orçamentários para investir em cultura! Se não investe é porque não quer valorizar a riqueza cultural do seu próprio município!".
Boi Mocidade de Rosário destacou toda sua dificuldade por falta de apoio

Vários donos de danças folclóricas e donos de Arraias compareceram na audiência na Câmara de vereadores de Rosário no dia 22 de Maio,  mas a prefeita Irlahi não compareceu dando uma mostra que não liga para membros da cultura local.Várias brincadeira estão por conta própria e os arraias dos povoados e da sede não terão investimento, muitos alegam que Secretario de Cultura Alaim Tavares não tem força para cobrar da  prefeita.

Agora fica a pergunta para onde está indo o dinheiro para investir na cultura local,  as festas Juninas no município  começa dia quinta-feira 13, mas o que parece a prefeita de Rosário, não está nem aí para membros de danças folclóricas e arraias, Será que o Arraial do Zé Nazar será o único arraial no município ? ...

 

Efetivo da guarda municipal inicia rondas nos bairros de São Luís para combater a criminalidade

  O programa “Ronda na Rua” teve início nesta semana e já começou com força total em São Luís. Na noite de ontem (27), guardas municipais re...