quinta-feira, 29 de junho de 2017

Unidade Regional de Saúde de Rosário realiza palestra sobre Leishmaniose para os moradores da Cidade Nova

Gestor da Regional de Saúde de Rosário Willame Anceles 
A Unidade Regional de Saúde de Rosário  através da secretaria de saúde do Estado do Maranhão e do gestor da Regional de saúde de Rosário Willame Anceles, realizaram  às 16 horas no bairro cidade Nova em Rosário, nesta terça-feira (27), uma palestra sobre a leishmaniose é uma doença provocada por parasita encontrado nos trópicos, sub-trópicos. Leishmaniose é causada por infecção pelos protozoários do gênero Leishmaniose, os quais se espalham através da picada de mosquitos flebotomíneos, também conhecidos como mosquito palha ou birigui. 
veterinário  Salim Waquim  e a secretaria municipal de Saúde  de Rosário  Viviane e o gestor da Regional de Rosário Willame Anceles.


O veterinário Salim Waquim  deu uma palestra aos moradores da cidade Nova sobre como combater o mosquito palha transmissor da doença " A prevenção é o melhor maneira de combater o mosquito é praticamente impossível a acaber com o mosquito, mais é preciso combate-lo. Para isso devem ser tomadas medidas sanitárias corriqueiras como não acumular lixo em casa ou não jogá-lo em terrenos baldios.o lixo atrai o mosquito e é na matéria orgânica que eles se reproduzem.Além disso é preciso afasta o flebótomo dos animais sem a picada, não há transmissão da leishmaniose", Concluiu o veterinário Salim Waquim.

"O maior combate ao mosquito é a prevenção e a informação estamos fazendo isso levando aos moradores da cidade Novas como combater o mosquito palha transmissor da doença Leishmaniose" explicou o gestor da Regional de Rosário Willame Anceles.  


Participaram da palestra os moradores do bairro cidade Nova, os Palestrante  o veterinário  Salim Waquim  e a secretaria municipal de Saúde de Rosário Viviane e gestor da Regional de Rosário Willame Anceles.

Há várias formas diferentes de leishmaniose, sendo que as mais comuns são a cutânea, que causa feridas na pele, e visceral, que afeta alguns órgãos internos como fígado, medula óssea e baço.
Sinais e sintomas da leishmaniose cutânea



Pessoas com leishmaniose cutânea têm uma ou mais feridas na pele. Essas feridas podem mudar de tamanho e aparência com o tempo. Elas podem terminar parecendo com um vulcão com uma cratera central (úlcera). Algumas feridas são cobertas por uma crosta. As feridas da leishmaniose cutânea podem ser doloridas ou não. Algumas pessoas têm glândulas inchadas perto das feridas.

Sinais e sintomas da leishmaniose visceral
Pessoas com leishmaniose visceral geralmente têm febre, perda de peso, inchaço no baço e fígado, e alguns testes de sangue anormais. Por exemplo, pacientes geralmente tem baixa contagem de sangue, incluindo diminuição das células vermelhas (anemia), das células brancas e das plaquetas.

Como as pessoas são infectadas com
 leishmanios
A principal forma de transmissão da leishmaniose é a picada das fêmeas dos mosquitos flebotomíneos. Pessoas podem não perceber a presença desses mosquito porque:

* Eles não fazem barulho ao voar.
* São pequenos.
* Suas picadas podem não ser notadas.

Os mosquitos flebotomíneos geralmente são mais ativos ao entardecer e à noite. Embora esses mosquitos sejam menos ativos durante as horas mais quentes do dia, eles podem picar se forem perturbados. Algumas espécies do parasita Leishmania também podem ser transmitidas por transfusões de sangue ou agulhas contaminadas. Também já foi registrada transmissão congênita, da mãe grávida para o bebê.


Diagnóstico da leishmaniose
O primeiro passo para o diagnóstico é verificar se a pessoa esteve em lugares onde a leishmaniose é encontrada e se apresenta sinais ou sintomas da doença. Amostras de tecido (por exemplo das feridas na pele) podem ser examinadas para procurar pelo parasita sob microscópio, em culturas, ou por outros meios. Testes de sangues que detectam anticorpos ao parasita podem auxiliar no diagnóstico de leishmaniose visceral. Algumas vezes os testes laboratoriais podem dar negativo, mesmo que a pessoa tenha leishmaniose.




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