sexta-feira, 20 de março de 2026

Hospital Tarquínio Lopes suspende quimioterapia por falta de insumos em São Luís


O Hospital Dr. Tarquínio Lopes Filho, conhecido como Hospital Geral e referência no tratamento oncológico no Maranhão, suspendeu sessões de quimioterapia devido à falta de insumos básicos. A unidade, localizada no bairro Madre de Deus, está com estoque zerado de medicamentos essenciais para o atendimento de pacientes com câncer.

A situação atinge diretamente pacientes em tratamento de câncer de mama e de intestino, que enfrentam reagendamentos sucessivos. Em alguns casos, o atraso chega a 30 dias — um intervalo que, segundo especialistas, pode comprometer a eficácia do tratamento, especialmente em quadros mais avançados.

Apesar da gravidade, o problema ocorre sob a gestão do governador Carlos Brandão, cuja administração tem sido alvo de críticas pela condução da saúde pública. Para pacientes e familiares, a interrupção do tratamento expõe não apenas falhas logísticas, mas também a ausência de planejamento em uma área sensível e estratégica.

A Secretaria de Estado da Saúde do Maranhão confirmou a indisponibilidade dos insumos, mas não esclareceu as causas do desabastecimento nem apresentou prazo para a normalização do atendimento. Enquanto isso, a paralisação pressiona ainda mais a rede pública e empurra pacientes para a via judicial como alternativa para garantir o direito ao tratamento.

Órgãos de defesa orientam que os pacientes afetados procurem a Defensoria Pública do Estado do Maranhão ou o Ministério Público do Estado do Maranhão para solicitar, em caráter de urgência, a continuidade da quimioterapia.

Em um estado onde o tempo pode significar a diferença entre avanço e regressão da doença, a falta de insumos básicos em um hospital de referência escancara um problema que vai além da gestão de estoque — e que cobra, diariamente, um preço alto demais de quem não pode esperar.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Endividada, empresa de ônibus de São Luís/MA desvia R$ 1,6 milhão a mineradora


Segundo matéria do saite Metrópoles. Em meio a grave crise financeira que deixa funcionários e motoristas sem salário, FGTS e até mesmo auxílio alimentação, o grupo Expresso Rei de França – que atua no transporte coletivo de São Luís – tem driblado bloqueios judiciais e transferido verbas milionárias recebidas do poder público para uma mineradora e, assim, pagar até mesmo o cartão de crédito do empresário Pedro Paulo Pinheiro Ferreira, conhecido como PP.

Extratos bancários de duas empresas do grupo revelam o repasse de R$ 1,6 milhão à Goldcoltan em um período de quase três meses no fim do ano passado. O valor faz parte de uma movimentação total de R$ 6,7 milhões em débitos. Os documentos detalham ainda os pagamentos do cartão de crédito e de aluguéis em nome de Pedro Paulo.



A Goldcoltan é o nome de uma empresa de mineração que pertence a PP e também de uma outra firma de serviços de limpeza, que está em nome da filha do empresário.

Atualmente, Pedro Paulo é vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET). A entidade gerencia a receita dos bilhetes de transporte público do município e repassa os valores para as empresas autorizadas a operarem na capital do Maranhão. Uma delas é a própria Expresso Rei de França, que está em nome da fotógrafa Deborah Piorski Ferreira, filha do executivo.

O grupo Rei de França está em processo de recuperação judicial em razão de dívidas que acumulam R$ 177 milhões.

Pedro Paulo o PP


O repasse do dinheiro do transporte público de São Luís à mineradora tem chamado a atenção de credores justamente por conta de bloqueios judiciais feitos contra as empresas de ônibus. A situação pode configurar blindagem patrimonial. Em conversa com a coluna, a própria advogada do Expresso Rei de França admitiu a manobra.

“As empresas em recuperação judicial vinham sofrendo bloqueios e constrições recorrentes em suas contas. Diante desse cenário, foi adotada uma sistemática operacional de centralização financeira, com repasses ao final do dia para conta vinculada à Goldcoltan, a partir da qual eram realizados pagamentos de despesas operacionais essenciais do grupo”, afirmou Evelline Freitas (leia a íntegra da manifestação ao fim desta reportagem).

A advogada da Expresso Rei de França não explicou, porém, os possíveis pagamentos de contas pessoais de Pedro Paulo. Os extratos bancários mostram repasses de R$ 131,7 mil via Pix, entre setembro e novembro de 2025, diretamente ao empresário ou com descrições como “Aluguel PP”, “Cartão de crédito PP”, “Locação apto PP” e “Enxoval PP”.

As empresas familiares de Pedro Paulo

Levantamentos extrajudiciais demonstram a existência de uma teia de CNPJs mantidos em nomes da esposa e filhos de Pedro Paulo. Os credores do grupo Expresso Rei de França apontam que os parentes são usados como “laranjas” na tentativa de esconder o verdadeiro dono das empresas.

O próprio grupo da Expresso Rei de França é um exemplo. As companhias – o que inclui também a Expresso Grapiúna – tiveram PP como administrador entre abril de 2021 e janeiro de 2024. Desde então, a filha dele, Deborah Piorski, passou a controlar a empresa de ônibus por meio de uma holding. Documentos da Junta Comercial do Maranhão (Jucema) apontam que a transação custou R$ 1 milhão.

Nas redes sociais, Deborah Piorski se apresenta como “fashion photographer” em Fortaleza, ou seja, a cerca de 670 km da sede da Expresso Rei de França em São Luís. A coluna tentou contato com ela, mas não obteve retorno.



Filha mais nova de Pedro Paulo, Jessica Piorski também aparece como proprietária de diversas empresas, entre elas a Goldcoltan Services Ltda, a firma que presta serviços de limpeza; a Viação Tucujus Ltda, empresa de transporte coletivo de passageiros sediada em Macapá; a JPF Trade Importação e Exportação Ltda, destinada ao comércio atacadista de açúcar; e a P3 Bank Ltda, voltado ao fornecimento de conta e cartão para motoristas.

Nas redes sociais, porém, Jessica Piorski se apresenta como publicitária e criadora de conteúdo geek. Confira



Expresso Rei de França admite tentativa de blindar patrimônio

À coluna, a advogada Evelline Freitas, que representa o grupo Expresso Rei de França na recuperação judicial, confirmou que os repasses feitos à Goldcoltan têm como objetivo driblar os bloqueios judiciais.

“Diante desse cenário, foi adotada uma sistemática operacional de centralização financeira, com repasses ao final do dia para conta vinculada à Goldcoltan, a partir da qual eram realizados pagamentos de despesas operacionais essenciais do grupo”, prosseguiu Evelline Freitas.

A advogada do grupo afirmou ainda que os lançamentos não podem ser interpretados de forma isolada como “desvios”, pois estavam inseridos em “uma dinâmica de preservação da continuidade operacional, manutenção das atividades empresariais e cumprimento de obrigações correntes diante das restrições bancárias enfrentadas pelas empresas em recuperação.”

Mesmo questionada, a advogada não explicou, porém, os pagamentos do cartão de crédito e de aluguéis do PP. “Eventuais esclarecimentos adicionais poderão ser prestados em momento oportuno, pelos canais adequados, com a devida análise técnica e documental do caso".

Mesmo Orleans com quase 200 prefeitos e a estrutura do governo; Braide continua liderando todas as pesquisas para o governo do MA


A pesquisa Quaest contratada pela TV Mirante divulgou nesta quarta-feira (18), a liderança do prefeito Eduardo Braide  em todos os cenários, mesmo o governador Carlos Brandão usando toda estrutura da máquina do governo no evento de pré-candidatura do sobrinho com a presença de apoio de quase 200 prefeitos com suas estruturas de prefeituras no Multicenter Sebrae em São Luís, o secretário Orleans,  continua atrás de Braide nas pesquisas.

Orleans perdeu no primeiro cenário de 35% contra 24% para o prefeito Eduardo Braide. 

No outro cenário da Quaest em um confronto direto no 2° segundo turno entre o prefeito Eduardo Braide, vence novamente com 46%  contra 36% do sobrinho do governador Carlos Brandão, quase a mesma porcentagem da Paraná Pesquisas que aponta uma vitória de Braide com quase 50% contra 39,1% de Orleans. 

A pesquisa Quaest ouviu 900 eleitores, entre os dias 12 e 16 de março. O levantamento tem confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais, estando registrada no TSE sob o nº MA-07211/2026.

Para qualquer cientista político que analisa esse cenário, o prefeito Eduardo Braide, vem se aproximando cada dia mais de  tornar-se o governador do Maranhão, sem ao menos falar que é pré-candidato ao governo.

A situação do governador Carlos Brandão, pode piorar quando Braide anunciar a sua pré-candidatura que vai literalmente crescer ainda mais no cenário  e caminhar para conseguir uma vitória esmagadora sobre o sobrinho do governador Brandão.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Quaest: Eduardo Braide lidera cenários para o governo do Maranhão


Mais um instituto, neste mês de março, aponta a liderança do prefeito de São Luís,  Eduardo Braide em todos os cenários na disputa para o governo do Maranhão. 

Depois do Paraná, agora foi a vez da Quaest contratada pela TV Mirante divulgou nesta quarta- feira (18), os números sobre a corrida eleitoral no Maranhão com o prefeito Eduardo Braide liderando com 35% contra 24% do sobrinho do Governador Carlos Brandão o secretário Orleans Brandão, Lahesio Bonfim com 11% e Camarão com 7%.

A Quaest fez simulações de 2º Turno e o prefeito Eduardo Braide vence todos os três primeiros colocados: (Braide 46% x 33% Orleans); (Braide 52% x Lahesio 23%) e (Orleans 42% x 27% Lahesio).

A pesquisa ouviu 900 eleitores, entre os dias 12 e 16 de março. O levantamento tem confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais, estando registrada no TSE sob o nº MA-07211/2026.

MPMA pede suspensão de concurso público em Rosário


O Ministério Público do Estado do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Rosário, ajuizou, nesta terça-feira (17/03), a Ação Civil Pública com pedido de tutela de urgência para suspender imediatamente o Concurso Público da Prefeitura de Rosário, A ação aponta nulidade absoluta na contratação do Instituto Social da Cidadania Juscelino Kubitschek, realizada mediante dispensa indevida de licitação.

De acordo com a promotora de justiça Maria Cristina Lima Lobato Murillo, a investigação teve início após denúncias de falta de transparência e possíveis irregularidades no processo administrativo. A análise técnica da Procuradoria-Geral de Justiça confirmou que o município utilizou um enquadramento legal inadequado para evitar a licitação, o que compromete a lisura de todo o certame.

Além da suspensão, a ação principal pede a anulação definitiva do contrato com o Instituto IJK, a devolução das taxas de inscrição aos candidatos.

O Ministério Público do Maranhão já fez o pedido em Ação Civil ao Pública ao Tribunal de Justiça e o processo já está em andamento.

Um concurso público de 2023, ainda está em andamento e a prefeitura de Rosário na gestão do prefeito Jonas Magno ainda não fez a homologação dos aprovados.

terça-feira, 17 de março de 2026

Coletivos do Sistema Metropolitano são flagrados dando apoio para o evento de pré-candidatura do sobrinho do Governador do Maranhão


Um vídeo vem rolando nas redes sociais de Coletivos do Sistema Metropolitano de uso da população sendo usado para dar apoio para pré- candidatura a governador de Orleans Brandão que é sobrinho do governador do Maranhão, Carlos Brandão,  sem partido. 

Uso da máquina pública se escancarou durante ato de pré -candidatura de Orleans Brandão no Multicenter Sebrae no sábado (14 ), em São Luís. 

Os coletivos do Sistema Metropolitano de uso da população, estavam misturado com coletivos da cor verde de empresa  particupar Parvi que estavam dando apoio para prefeituras do Maranhão.

Até o momento a Agência Estadual de Mobilidade Urbana não se manifestou do uso dos Coletivos que é de uso público para população sendo usado para dar apoio para pré candidatura do sobrinho do Governador Carlos Brandão, o secretário do governo Orleans Brandão. 

segunda-feira, 16 de março de 2026

Flávio Dino acaba com aposentadoria compulsória para juízes


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, tomou uma decisão que a maioria absoluta da população aplaudiu e vários juízes talvez não. 

Dino afirmou que ação deve ser ajuizada diretamente no Supremo. A etapa deve ocorrer, segundo a decisão, após a perda do cargo ser aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça. "Caso a conclusão administrativa pela perda do cargo do magistrado for de um Tribunal, o processo deve ser enviado ao CNJ, seguindo-se o rito subsequente perante o STF", diz o texto.

A palavra final sobre a perda de cargo será do STF, decide Dino. "Se esta Corte considerar errada a decisão administrativa do CNJ, a ação judicial conducente à perda de cargo será julgada improcedente, não concretizando a vontade administrativa do citado órgão", diz o texto. Se o Supremo concordar, a ação de perda de cargo será julgada procedente.

Com a nova decisão, magistrados punidos ficarão sem salário. A aposentadoria compulsória é usada como punição máxima a juízes que cometeram infrações graves. É criticada por que, apesar de afastá-lo das funções, mantém o salário proporcional ao magistrado.

Segundo Dino, a Reforma da Previdência extinguiu a aposentadoria compulsória como punição. Para o ministro, "houve vontade legislativa" na Emenda Constitucional para retirar a aposentadoria como punição, que era prevista na Lei Orgânica da Magistratura. Com a aprovação da reforma, a sanção deixa de existir na Constituição Federal, afirmou na decisão.

Dino também pediu para que presidente do STF reveja o "sistema de responsabilidade disciplinar". O ministro pede que Edson Fachin considere, se cabível, a substituição da aposentadoria compulsória por "instrumentos efetivos para a perda do cargo de magistrados que cometem crimes e infrações graves".

A decisão ocorreu após análise da ação de um juiz do Rio de Janeiro. O magistrado havia pedido a anulação das decisões do CNJ que o puniram com a aposentadoria compulsória. Dino determinou a anulação da decisão Conselho Nacional, com a justificativa que não há mais constitucionalidade nesse tipo de sanção. "Em virtude disso, o CNJ deverá reapreciar, desde o início, as revisões disciplinares, considerando as balizas fixadas nesta decisão", afirmou o ministro.

"Não faz mais sentido que os magistrados fiquem imunes a um sistema efetivo de responsabilidade disciplinar, com a repudiada e já revogada 'aposentadoria compulsória punitiva" diz Dino .

Hospital Tarquínio Lopes suspende quimioterapia por falta de insumos em São Luís

O   Hospital Dr. Tarquínio Lopes Filho , conhecido como Hospital Geral e referência no tratamento oncológico no Maranhão, suspendeu sessões ...