segunda-feira, 27 de julho de 2026

Denúncias graves de irregularidades na segurança e no salários de funcionários do Hospital da Ilha



Denúncias graves no Hospital da Ilha no bairro Turu em São Luís,  de responsabilidade do Governo do Estado do Maranhão, de várias irregularidades na segurança do hospital e também no pagamento de funcionários que estão perdendo mais de R$ 1.500 nos seus salários. 

As irregularidades na segurança do Hospital da Ilha colocam a vida de pacientes e dos profissionais que trabalham no hospital em risco. Os extintores estão praticamente todos vencidos, as caixas de mangueiras, além de vencidas, estão cortadas, sem esguicho e sem as conexões, para não falar das centrais de combate a incêndio, que estão com muitas avarias.  E outra: os bombeiros têm uma CCT que a empresa não cumpre e uma porta de emergência bloqueada para uma situação real de emergência. 



Segundo denúncias, os foros do hospital estão cheios de mofo, além de outras irregularidades às quais as autoridades competentes fazem vista grossa.



Sobre as denúncias de funcionários




Os funcionários denunciam que praticamente estão perdendo mais de R$ 1.500 no seu salário, e reclamam de assédio e ameaças de demissão por causa de política, pois a diretora-geral do hospital, Carol Hortegal, é a esposa do pré-candidato estadual, Junior Viana, MDB, para não falar de funcionários que já foram demitidos, e a diretora, por meio da empresa (IADVH), já contratou mais de 300 novos funcionários para botar no lugar daqueles que são demitidos.

A página espera uma nota do governo do Estado do Maranhão e do Hospital da Ilha sobre as denúncias  irregularidades e que as autoridades competentes fiscalizem o Hospital.

Transferências acadêmicas de militares motivam Recomendação do MPMA

 


O Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da 2ª Promotoria de Justiça Militar, expediu Recomendação, nesta quinta-feira, 23, com o objetivo de coibir possíveis irregularidades em transferências acadêmicas compulsórias de servidores estaduais e dependentes para o curso de Medicina da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

O documento, assinado pelo promotor de Justiça Paulo Roberto Barbosa Ramos, foi direcionado à reitoria da UFMA e aos Comandos Gerais da Polícia Militar (PMMA) e do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA).

ORIGEM

A medida teve origem em um procedimento administrativo encaminhado pela Procuradoria Federal à UFMA. Segundo o Ministério Público, a análise preliminar apontou um padrão reiterado de transferências de militares simultâneo a pedidos de transferência acadêmica, indicando um possível desvio de finalidade em atos administrativos para contornar processos seletivos regulares.

Militares lotados na capital ingressavam regularmente em cursos de menor concorrência, como Nutrição ou Enfermagem, e, posteriormente, solicitavam transferência funcional para municípios do interior por razões de interesse pessoal.

Em razão da inexistência, na localidade de destino, do curso originalmente frequentado, esses militares requeriam transferência acadêmica para o curso de Medicina, sob o argumento de que precisavam assegurar a continuidade dos estudos. Ao retornarem à capital, contudo, permaneciam matriculados em Medicina, em vez de retornarem ao curso de origem.

O MPMA destacou que a transferência acadêmica, prevista em lei, destina-se estritamente ao atendimento do interesse público, e não a interesses particulares. O órgão apontou também que a UFMA vinha acatando solicitações sem exigir rigorosamente a comprovação de que a movimentação funcional do servidor havia ocorrido por necessidade imperativa do serviço.

“A possível irregularidade consistiria, portanto, na simulação de transferências voluntárias como se fossem movimentações determinadas no interesse da corporação. Militares teriam obtido indevidamente o tratamento excepcional reservado às transferências compulsórias, possibilitando o ingresso em cursos de elevada concorrência, sem a observância dos processos seletivos”, completou o promotor de justiça Paulo Roberto Barbosa Ramos.

A Recomendação também abordou a incompatibilidade horária. O Estatuto dos Policiais Militares do Maranhão (Lei Estadual nº 6.513/1995) prevê dedicação integral à corporação, o que, segundo o promotor, conflita com a frequência em graduações de período integral, a exemplo de Medicina). O MPMA ressaltou que adaptações de escalas operacionais podem prejudicar o serviço de segurança pública e sobrecarregar a tropa.

ORIENTAÇÕES

À reitoria da UFMA, a 2ª Promotoria de Justiça Militar recomenda a exigência da apresentação do documento original da portaria de transferência funcional nos pedidos de transferência compulsória para verificar se o ato foi realizado por necessidade do serviço ou a pedido do interessado.

Outra recomendação refere-se à inclusão de cláusula resolutiva nas decisões de transferência determinando que, caso o servidor retorne ao município de origem, o estudante beneficiado deve retornar ao campus e curso originais.

Aos comandos da PMMA e do CBMMA, o MPMA indicou que deve ser informada com clareza a fundamentação das transferências funcionais (se a pedido do servidor ou por necessidade de serviço) nas publicações oficiais.

Também foi recomendado aos órgãos abster-se de adequar escalas de serviço de militares em cursos integrais, quando houver prejuízo às atividades operacionais da unidade, bem como não conceder regime de teletrabalho a militares da ativa com o objetivo de viabilizar a frequência em cursos presenciais de período integral.

O MPMA recomendou, ainda, a instauração de procedimentos para apurar eventuais ausências ou abandono de posto decorrentes de conflito de horários.

COOPERAÇÃO

Foi indicada a celebração de um Termo de Cooperação Técnica entre a UFMA, a PMMA e o CBMMA para o cruzamento contínuo de dados das escalas operacionais com as informações de matrícula e frequência acadêmica.

As instituições notificadas têm o prazo de 30 dias para informar à Promotoria de Justiça as providências adotadas para o cumprimento do documento. O descumprimento das orientações poderá motivar ações judiciais por improbidade administrativa ou responsabilização nas esferas civil, administrativa e penal militar.

REUNIÃO

Antes de expedir a Recomendação, o promotor de justiça militar Paulo Roberto Barbosa Ramos reuniu-se, na quarta-feira, 22, com o comandante da Polícia Militar, coronel Wallace Gleydison Amorim de Sousa; o comandante do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Célio Roberto Pinto de Araújo; e o procurador-chefe da Procuradoria Federal junto à Universidade Federal do Maranhão (UFMA), José Eugênio Serra Muniz. O objetivo foi discutir os assuntos tratados no documento.

Motorista capota e cai em barranco na Av. Litorânea em São Luís



Um motorista perdeu o controle do carro que caiu em um barranco na tarde deste domingo (26) na Avenida Litorânea, em São Luís, e acabou capotado ao lado da calçada em uma parte mais baixa da região.

Segundo a motorista, um dos pneus do carro estourou enquanto ela tentava desviar de outro automóvel. Em seguida, ela perdeu o controle da direção, saiu da pista e caiu no barranco. 

O resgate foi realizado por equipes do Batalhão de Bombeiros Marítimos (BBMar). A motorista recebeu os primeiros socorros no local e foi levada consciente ao Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), onde passou por avaliação médica.

Deu no Portal Upaon Açu: prometeram R$ 50 e deram R$ 25 na Convenção de Orleans Brandão



Segundo o repórter do Portal Upaon Açu, que foi à convenção de Orleans neste sábado, 25, o que encontrou lá dentro ninguém esperava. Gente do Bumba Meu Boi, pessoas que foram pagas para ir ao evento, com o valor de R$ 25, com promessas de R$ 50. 

As pessoas estavam declarando apoio a Braide e estavam no evento de Orleans em São Luís, para só pegar o que foi prometido antes do evento, o que acabou gerando revolta em várias pessoas que acabaram sendo enganadas no final do evento com valor de R$ 25, e o que foi combinado foi R$ 50. 

E várias pessoas reclamaram que não foram pagas e o que mais interessante de tudo a Convenção foi sábado  25, e estavam dando R$ 25 reais para as pessoas na Convenção que vai ficar marcardo história política do Maranhão. 

Até o momento, o Ministério Público Eleitoral não se manifestou sobre o caso de suposta compra de votos antecipada, e também o candidato ao governo, Orleans Brandão.

DO @portal.upaon.acu

Sinias de União: André Fufuca e Pedro Lucas na Cavalgada em Pastos Bons



Na manhã deste sábado (25), o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) foi fotografado ao lado do pré-candidato ao Senado André Fufuca (PP) durante uma cavalgada realizada no município de Pastos Bons (MA). O registro chamou a atenção por ocorrer após grande repercussão do deputado federal Pedro Lucas ter sido rifado a sua pré-candidatura ao Senado para ex-governadora Roseana Sarney na chapa do pré-candidato ao governo Orleans Brandão.

Uma possível sinalização de união entre André Fufuca e Pedro Lucas? Será?

Braide destaca, confiante que vai vencer no 1.º turno a disputa para o governo do Maranhão



O pré-candidato ao Governo do Maranhão, Eduardo Braide (PSD), disse, em ato na cidade de Barra do Corda, estar confiante de que vencerá a disputa ainda no primeiro turno das eleições de 2026.

Braide vem liderando todas as pesquisas para o governo do Maranhão, após a bomba que explodiu por todo o estado da pesquisa Véritas Shopee, que publicou a liderança de Orleans por 48,7% a 42,5%, que supostamente estava se passando pelo Instituto Veritá, pesquisa nacional de grande porte que dá a vitória de Braide no 1.º turno na disputa para o governo do Maranhão com 53,4%. Aumentaram as especulações de que o ex-prefeito Eduardo Braide realmente está decidindo as eleições no 1.º turno no Maranhão.

O Instituto Veritá mandou uma nota sobre a Véritas Shopee.

Após publicação da página do Carlos Martins, a Veritá nacional se manifestou sobre a Véritas Shopee, que deu a liderança de Orleans Brandão pelo uso indevido de sua marca.

O Instituto Veritá, que mostrou a liderança de Braide no 1.º turno com 53,4%, esclareceu que não divulgou e não autorizou qualquer pesquisa para o governador e Senado no Maranhão. 

A pesquisa registrada sob o n.º MA-0258/2026 é de responsabilidade exclusiva da Véritas Planejamento, empresa sem qualquer vínculo com o Instituto Veritá.

Essa empresa já foi formalmente notificada pela mesma prática. A reincidência reforça a tentativa de gerar confusão e se beneficiar da credibilidade construída pelo Instituto Veritá. 

É igualmente inaceitável que veículos de comunicação atribuam essa pesquisa ao Instituto Veritá, mesmo identificando a empresa responsável, ampliando os prejuízos à nossa imagem. 

Nosso departamento jurídico adotará todas as medidas jurídicas cabíveis para responsabilizar os envolvidos e buscar a integral reparação de danos

Deu nos Analistas: Iracema Vale dá calote na imprensa e agências de publicidade usando a desculpa do período vedado


Segundo a matéria o blog Os Analistas, a presidente da Assembleia Legislativa está se fazendo de desentendida para cima dos jornalistas e colaboradores da imprensa. 

Usando a desculpa do período vedado, o casal que comanda a comunicação da casa emitiu um comunicado pedindo que jornalistas e colaboradores da imprensa fizessem um cancelamento das notas emitidas para a publicidade referente ao mês de JUNHO, mês que antecede o período vedado iniciado apenas no dia 4 de julho, que é o prazo correspondente aos 3 meses antes das eleições. 

A engabelação é tão grande que a diretora afastada por Alexandre de Moraes, mas que vive na Assembleia e continua dando ordens de narrativas para colaboradores, chegou a avisar aos mais próximos que daria um jeito de pagar, mas que era para esperar e confiar, porém essa espera já tem uns 15 dias pelo menos e até agora nada. 

Enquanto isso, quem prestou serviços divulgando os releases da Assembleia e as campanhas oficiais em banners continuam sem uma definição, a única certeza que se sabe é o pedido abusivo de cancelamento de nota para tentarem legitimarem o calote. 

Esperamos que a Assembleia pague os colegas o quanto antes.

Informações Os Analistas 

Denúncias graves de irregularidades na segurança e no salários de funcionários do Hospital da Ilha

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