Uma gestante com gravidez de risco fez uma denúncia grave envolvendo as condições de precariedade na Maternidade de Alta Complexidade no Maranhão, Marly Sarney. Ela passou dois dias em condições insalubres, incluindo o uso de poltronas sujas e precárias para visitantes. Além disso, sua situação acendeu um novo alerta sobre a situação da saúde pública no Maranhão.
O caso ganhou repercussão após o relato da gestante, que passou dois dias em condições insalubres, além de sofrer com o calor em um quarto onde o ar-condicionado estava quebrado e onde várias pessoas estavam presentes, sendo proibido às gestantes levar o ventilador de casa .
A gestante também relatou a situação precária do banheiro.
Até o momento o governo do Estado do Maranhão por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que são responsáveis pela administração da Maternidade Marly Sarney, não se manifestaram sobre o sofrimento da gestante em um lugar insalubre .
A lei brasileira garante o afastamento automático da gestante de quaisquer atividades insalubres. A regra vale para qualquer grau de insalubridade (mínimo, médio ou máximo) e não exige apresentação de atestado médico .








