terça-feira, 27 de agosto de 2013

Corpo de Luzico da Itamaraty está sendo velado na central de velórios do Jardim da Paz

O velório do produtor cultural e gerente das Radiolas de Reaggae Itamaraty, Luzico Itamaraty, está sendo realizado na central de velório do Jardim da Paz localizada travessa Clovis Bevilequa 50, Próximo ao CEUMA 3 Anil.

O sepultamento será as 15h desta terça-feira (27), no cemitério Jardim da Paz estrada de Ribamar.

Luzico morreu por volta das 20h30, desta segunda-feira, (26), no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I).

O produtor cultural foi vitima de um atentado na noite do último domingo (25), na região de Rosário, nas proximidades do povoado Providência, quando saiu de um evento da radiola realizado no Município de Rosário-MA. Dois homens em uma moto teriam se aproximado do veículo de Luzico e o garupa teria efetuado vários disparos contra o carro da vitima. Luzico foi atingido no tórax. Na ocasião, o motorista do carro onde Luzico estava também foi atingiu com um tiro na perna.

Luzico foi trazido em estado grave para o Hospital Djalma Marques - Socorrão I,em São Luís, por volta das 20h30 desta segunda-feira (26),o produtor cultural veio a óbito, após sofreu uma parada cardíaca.

Por Abimael Costa

Morre produtor de reggae baleado em assalto em Rosário

Baleado, no último fim de semana, durante um assalto em Rosário, o produtor cultural e gerente da Radiola de Reggae Itamaraty, Luzico, não resistiu e morreu na noite desta segunda-feira, em São Luís, no Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I).
Os autores do crime são dois homens que se aproximaram do veículo de Luzico em uma moto e efetuaram os disparos, atingindo a vítima no tórax.  O motorista do carro do produtor  também foi atingido com um tiro na perna.

Comissão técnica e jogadores da seleção de Rosário da categoria sub 19, passam fome por causa da “caninguisse” da prefeita de Rosário.

A comissão técnica da seleção de Rosário categoria sub 19, denunciou hoje ao blog, que os jogadores  e comissão estão passando por uma série de crise por causa da falta de compromisso da Prefeita Irlahi Linhares (PMDB) com o esporte.

A seleção de Rosário está participando do campeonato “Copa Mirante sub-19”, disputando a final na cidade de São Mateus, onde grandes equipes também estão participando da campeonato.

Segundo a denúncia, os jogadores e comissão estão passando fome por causa da “caninguisse” da prefeita de Rosário. Segundo comunicado da comissão ao blog, a prefeita disponibilizou apenas R$ 200 (Duzentos reais) para a despesa diária de todos os atletas e comissão, quando o valor mínimo deveria ser R$ 700 (Setecentos reais) e, isso, para hospedagem e alimentação. Ainda segundo informações, a comissão técnica da seleção pediu ajuda à Câmara de vereadores para intervir nesse particular com a prefeita, mas não obtiveram exitos.

Para os membros da seleção, isso é uma vergonha para o município de Rosário, por que diante das outras equipes, só mostra que a prefeitura não tem compromisso com o esporte, relatou indignado um dos membro da comissão.


A comissão técnica da seleção de Rosário é formada pelo técnico, massagista, secretário e subsecretário municipal de esporte, e a denuncia é de autoria de todos os membros e jogadores.

Por Bacabeira em Foco

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Contratos da SEMED para a merenda escolar 2013 somam 1 milhão de reais

Até o final do ano, o governo Irlahi Linhares (PMDB) vai gastar cerca de mais de 1 milhão de reais (R$ 1.063.740,44) para garantir a merenda escolar da rede municipal de ensino. O blog Rosário Notícias identificou pelo menos três empresas contratadas pela Secretaria Municipal de Educação (SEMED).

O valor mais alto de contrato foi firmado com a Sol e Mar Comercio Ltda – ME - CNPJ Nº 00.885.577/0001-28 no valor de R$: 782.102,67 (setecentos e oitenta e dois mil, cento e dois reais e sessenta e sete centavos). Já a empresa P C Ferreira - EPP - CNPJ Nº 41.624.545/0001-56 ficou com o valor de R$: 253.448,00 (duzentos e cinquenta e três mil, quatrocentos e quarenta e oito reais). Enquanto a Distribuidora Senece Ltda-EPP - CNPJ Nº 00.941.145/0001-97 aparece com R$: 28.189,77 (vinte e oito mil, cento e oitenta e nove reais e setenta e sete centavos).

Todos os contratos terminam em 31 de Dezembro de 2013 e a soma milionária chama atenção, não só pela baixa qualidade da alimentação fornecida e pela falta de planejamento nutricional, mas principalmente pelo simples fato de que no primeiro semestre praticamente não houve abastecimento, ou seja, um semestre por aproximadamente um milhão de reais. 

O blog não é contra gastos com a merenda escolar, mas sim, a favor que o dinheiro seja aplicado honestamente e que sirva para melhorar a qualidade, de preferencia acompanhada de algum projeto de educação nutricional.



Do Rosário  Notícias

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Rosarienses sofrem com a falta de médicos e hospital sem estrutura



Thais Leitão
Enviada Especial da Agência Brasil/EBC

Rosário- MA - Com uma população de aproximadamente 40 mil habitantes, o município de Rosário, a 60 quilômetros da capital São Luís, é mais uma das cidades brasileiras que sofrem com a falta de profissionais de saúde, principalmente médicos, e de estrutura para garantir a oferta de serviços nos moldes do que prevê o Sistema Único de Saúde (SUS). O estado do Maranhão, segundo dados do Ministério da Saúde, apresenta a mais baixa proporção de médicos por mil habitantes no país, correspondendo a um terço da média nacional. Enquanto a média nacional é 1,8 médico a cada mil habitantes, no Maranhão a proporção é 0,58.

No único hospital do município, a Unidade Mista de Saúde, a maioria das salas está desativada. Menos de 10% da estrutura física são usados. Com corredores vazios, portas de madeira corroídas, paredes descascadas e piso quebrado, o cenário é de abandono. Em um dos quartos, onde uma mulher de 79 anos estava em observação após uma crise de hipertensão, parede e teto apresentavam sinais de mofo. Com ventilação apenas por meio das janelas, a filha, que pediu para não ser identificada, tentava amenizar o calor abanando a lavradora com um papel. O incômodo era agravado pela ação de uma funcionária do hospital que higienizava o quarto jogando desinfetante no chão, mesmo com a presença das duas.
"Ela passou mal e eu corri para cá com ela, mas a situação é muito ruim. Deram a medicação e agora estamos esperando, com esse calor todo. Mas não tem o que fazer, tem que esperar", disse a jovem.

De acordo com funcionários do hospital, os equipamentos da unidade também estão sucateados. O auxiliar de enfermagem Francisco de Assis, que ocupava o cargo de coordenador administrativo até o mês passado, disse, por exemplo, que a autoclave, que serve para esterilizar roupas e materiais, tem pelo menos 30 anos de uso, está obsoleta e pode comprometer a total eliminação de micro-organismos.
O hospital, que atende casos de urgência e emergência, também não tem desfibrilador - equipamento usado em casos de parada cardiorrespiratória com objetivo de restabelecer ou reorganizar o ritmo cardíaco - e, segundo o médico plantonista Lúcio Fábio Guimarães, o aparelho de raio X está quebrado há três anos. Além disso, o centro cirúrgico e a sala de parto estão desativados por falta de condições de funcionamento.
"A infraestrutura aqui é precária, isso é notório. Uma vez comentei com um enfermeiro que a população reclamaria da falta do raio X e ele me respondeu que, infelizmente, as pessoas já estão acostumadas a não ter [equipamentos funcionando]", disse o médico.

Com dores no pé há três semanas e sem conseguir fazer o raio X na rede pública, a pescadora Maria de Jesus Souza Carvalho, de 50 anos, foi a uma clínica particular no município para saber o preço do exame. Segundo ela, para pagar os R$ 50 cobrados no local será preciso pedir a ajuda de parentes e amigos.
Depois de ser atendida no hospital de Rosário, ela foi ao município vizinho de Bacabeira para tentar uma consulta com o ortopedista e fazer o exame. No local, foi informada de que teria que voltar alguns dias depois para marcar a consulta com o especialista que só atende no município uma vez por semana.
"Eu fui ao médico e ele me mandou consultar com um ortopedista. Fui em outra cidade, porque me disseram que lá tinha ortopedista e ele fazia o exame na hora, mas o médico não estava lá. Então voltei e consegui marcar com o ortopedista aqui em Rosário, mas só para daqui a duas semanas. Como estou com muitas dores no pé, vou tentar fazer aqui na particular", contou ela, que teve que parar de trabalhar desde que o pé começou a inchar. "Não dá para trabalhar porque quase não posso andar, não posso colocar o pé no chão", lamentou a pescadora.
A secretária de Saúde de Rosário, Mauricea Rodrigues Lopes, reconhece que o setor é o "maior gargalo" da administração municipal. Segundo ela, os recursos que o município dispõe são insuficientes para reformar a unidade que já foi federal, tendo sido repassada à prefeitura há cerca de 20 anos.
"Nós fazemos apenas reformas pontuais, mas seria necessário investir aproximadamente R$ 1 mihão [para recuperar o hospital] e o município não tem verba para isso. Esse hospital é um elefante branco", desabafou a secretária de Saúde de Rosário.
Mauricea Lopes explicou que há muitos casos que chegam à unidade e precisam ser encaminhados ao hospital estadual no município vizinho de Morros, a 30 quilômetros de Rosário, que "nem sempre tem leitos disponíveis", ou a unidades da capital São Luís, a 60 quilômetros. Em relação ao raio X, ela informou que a prefeitura já comprou um novo aparelho que deve chegar nas próximas semanas.

Ainda segundo Mauricea Rodrigues Lopes, o Ministério da Saúde repassou ao município em julho R$ 400 mil para construir unidades básicas de Saúde (UBS) e reduzir os gastos da prefeitura com o aluguel de cinco imóveis onde funcionam algumas das atuais unidades. Segundo ela, as 15 equipes do Programa Saúde da Família, existentes em Rosário, atuam em cinco imóveis próprios e dez alugados.
Ela acrescentou que a pasta também repassou R$ 1 milhão para a construção de um Centro de Atenção Psicossocial (Caps) com o objetivo de atender usuários de álcool e drogas. A unidade terá 20 leitos para internação e funcionará 24 horas, destacou. O ministério também repassará R$ 78 mil mensais para manter o centro.
Com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) considerado médio, segundo o Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013, Rosário aparece atrás de 3.447 no ranking, que leva em consideração critérios como longevidade, renda e educação. O IDHM foi divulgado na semana passada no Atlas do Desenvolvimento Humano Brasil 2013, elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).
Edição: Marcos Chagas

Matadouros irregulares põem em risco a saúde e meio ambiente em Rosário

Cabeças de boi espalhadas por todos os lados, restos de pele, crinas cortadas, manchas de sangue e fezes ainda frescas. O odor de carniça se apodera do ambiente e só dá trégua quando o vento sopra forte. Duas mangueiras, cujos galhos mais fortes apresentam marcas de cordas, completam o cenário de ‘moita’, local onde funciona um dos pontos de abate clandestino de animais para o consumo humano, existentes em Rosário, a 78 km de São Luís, na região Norte do Estado.
Blog do Udes Filho chegou até o local após receber denúncias de moradores do município. Segundo os relatos, os bovinos abatidos e vendidos semanalmente no Mercado Público e em estabelecimentos espalhados pela cidade, quase todos são mortos de forma clandestina, sob a copa de árvores e até próximos a estribarias.
Segundo apurou a reportagem, o abate clandestino de animais ocorre no município desde que o Matadouro Público foi interditado pelo Ministério Público do Trabalho, em janeiro de 2013, por falta de condições sanitárias e de segurança para operar. “É preciso definir urgentemente a construção de um novo matadouro ou reformar o atual. Do jeito que está a população é a maior prejudicada, pois come uma carne que não sabe a procedência”, afirmou o morador ao blog.
O Blog do Udes Filho tomou conhecimento de um dos pontos de abate clandestino de animais. O local fica a 5 km do Centro da cidade, nas proximidades do povoado São Simão. Os troncos mais robustos de duas mangueiras são usados para içar os animais, depois de mortos, onde são retalhados. Tudo ao ar livre, sem nenhuma higiene. O piso é a terra preta batida, encharcada de sangue e coberta por fezes.
As carcaças inservíveis são jogadas de ribanceira abaixo, na tentativa de ocultar os vestígios, em vão. Muitas ainda foram encontradas ontem, com pele, cobertas por moscas varejeiras. Revoltado com a situação, o consumidor rosariense resolveu denunciar o descaso.
Mais não é só isso que preocupa o consumidor. O sistema de transporte e armazenamento da carne também é irregular. Perecível, a mercadoria é transportada em carrocerias de camionetas, porta-malas de carros pequenos e carroças. A falta de higiene tem continuidade nos postos de vendas, onde o produto é exposto em cima de balcões de alvenaria ou pendurados em ganchos. Os ossos são quebrados em cima de um cepo de madeira.
CRUELDADE E CRIME AMBIENTAL
Na moita, os animais são sacrificados a golpes de marreta, ou machado, de forma cruel e desumana. Depois de caído, o animal é sangrado com uma faca na jugular. Em seguida, no chão, coberto com folhas de bananeira, ou plástico, o animal é cortado retirada das vísceras.
Alguns animais são presos por uma perna e pendurados de cabeça para baixo antes que suas gargantas sejam cortadas, resultando em danos dolorosos dos tecidos em 50% dos casos. Além da falta de higiene durante todas as fases do processo, o abate precário impõe riscos à saúde humana.
O abate clandestino pode afetar também o meio ambiente, na medida em que pode acarretar poluição ambiental com o depósito irregular da mercadoria ou com dispensa de dejetos em mananciais.

(Por Udes Filho/O Quarto Poder)

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

População interdita BR-135 em Santa Rita, mas trânsito já foi liberado

Moradores da Vila Fé em Deus, município de Santa Rita, localizada a 78 km da capital São Luis, voltaram a interditar o único acesso por via terrestre à capital maranhense e outras localidades.

Segundo informações, o trágico acidente que vitimou Valdemar Muniz, conhecido como Nengo de Cariongo, foi a "gota d’água" para a realização de mais um manifesto. A principal cobrança é que seja implantado redutores de velocidade para diminuir os riscos de acidentes na estrada perigosa do maranhão.

O acidente ocorreu na noite do último sábado (17), quando Nengo não conseguiu desviar de um animal que cruzava a estrada e, na queda, colidiu com um carro de passeio.

Nem mesmo com a presença da Polícia militar e Rodoviária no local os moradores do povoado aceitaram a proposta de cessar o bloqueio na BR. Mesmo com chuva, eles (manifestantes) continuaram o bloqueio com paus, fogo em pneus e palhas, além de enorme vala cavada.

Com o movimento, formou-se filas enormes em ambos os sentidos.

Julieta Muniz, presidente da Associação local, disse que só liberariam o trânsito mediante a presença do DNIT, e foi o que aconteceu. Agora há pouco desbloquearam a BR 135, onde passou quase toda a manhã fechada pelos manifestantes.

Reportagem e fotos: Aleximandro Ramos

Sistema pare e siga causa longas filas na BR-135

O sistema "Pare e Siga" neste sábado 22, na Ponte do Estreito dos Mosquitos na BR-135, em São Luís, causou longas filas devido a o...