domingo, 18 de março de 2018

Empresa investigada recebeu R$ 2,5 milhões da prefeitura de Rosário

Prefeita de Rosário Irlahi ao lado do secretário de Educação do município Joaquim Neto 
Apesar de já estar sob investigação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e de a Controladoria Geral da União (CGU) ter identificado indícios de desvios de R$ 170 milhões dos cofres públicos de dezessete prefeituras, a Cooperativa Maranhense de Trabalho e Prestação de Serviços (Coopemar) ganhou um aditivo de R$ 2,5 milhões, firmado pela Prefeitura de Rosário, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed).
Aditivo de R$ 2,5 milhões, firmado pela Prefeitura de Rosário, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed
Aditivo de R$ 2,5 milhões, firmado pela Prefeitura de Rosário, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed
O documento referente ao contrato nº 036/2015, no dia 29 de abril de 2016, oito meses antes da Operação Cooperare, deflagrada pela Polícia Civil do Maranhão, em 13 de dezembro daquele ano clique aqui!

CUSTO DA CORRUPÇÃO
Segundo as investigações, as prefeituras – incluindo a rosariense – contratavam a Coopemar, que não tinha estrutura de cooperativa com divisão de lucros, mas sim de uma empresa comum. O esquema era montado para que pudessem participar apenas cooperativas e por ser uma cooperativa de fachada era a única empresa a vencer os processos de licitação. A organização atua na administração da prefeita rosariense Irlahi Linhares desde 2014.

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