Uma audiência pública foi realizado nesta quarta-feira (14), na comunidade quilombola Mato Grosso com a participação da Procuradora de Justiça, Fabíola Fernandes representando Ministério Público, Secretaria de Educação do município de Rosário, Lúcia Cavalcante e os moradores. O interessante que nenhum dos 13 vereadores compareceram.
Os moradores de Mato Grosso se sentem-se prejudicados por conta que os alunos da comunidade, vão ter que se deslocar para o povoado de Pirangi para assistir aula, sendo que no povoado quilombola tem uma escola recém-inaugurada no dia 13 de novembro de 2024, e mesmo com pouco tempo de funcionamento, terá suas atividades encerradas. A situação gerou indignação entre moradores, que questionam como uma escola recém-entregue à comunidade pode ser fechada em tão curto espaço de tempo.
O encerramento das atividades dessas escolas impacta diretamente famílias que já enfrentam dificuldades de deslocamento, obrigando estudantes a percorrerem maiores distâncias para ter acesso à educação. Pais relatam preocupação com a segurança das crianças, o aumento do tempo de transporte escolar e o risco de evasão.
Segundo informações a prefeitura de Rosário criou um projeto relâmpago para alunos de Mato Grosso de tempo integral e os moradores da comunidade alegam que os alunos não estão preparados.
Os moradores terão um patrimônio que tanto lutaram que é Unidade Escolar Manoel de Sousa Filho fechada na comunidade pela gestão Jonas Magno.

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