quinta-feira, 28 de maio de 2015

Após CPI da Saúde, prefeita de Rosário Irlahi e vereadores aliados tentam impedir investigações

Prefeita de Rosário Irlahi Linhares tenta impedir CPI da Saúde.
Depois da mobilização que contou com apoio da própria base governista para o pedido de criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal de Rosário para investigar irregularidades na saúde, a prefeita Irlahi Linhares (PMDB) resolveu colocar em prática uma manobra para tentar barrar as investigações do colegiado: a desmoralização pública dos vereadores que assinaram o pedido.

Pelo regimento da Câmara, uma CPI pode funcionar mesmo sem apreciação do plenário, desde que tenha assinaturas suficientes para sua criação. Foi o que ocorreu com a CPI da Saúde em Rosário que obteve um total de assinaturas mais do que suficiente: foram dez dos treze parlamentares que apoiaram a proposta.

Para tentar esvaziar o colegiado, desde a semana passada, Irlahi realiza reuniões às escondidas e na calada da noite para convencer os aliados a desistirem do pedido. Dos dez que assinaram, quatro já havia declinado da proposta. Dois deles, inclusive, ajudaram a cassar a prefeita no final de junho de 2013. O blog vai divulgar os documentos nos próximos dias.

Veja uma das manobras da prefeita de Rosário Irlahi linhares  com vereadores aliados a manobra se chama, manobra de revezamento para não haver a CPI.

A cada sessão um grupo de vereadores aliados não comparecem para que não acha a sessão para esfriar a CPI, eles ficam revezando para enganar até o povo rosariens.


Sessão da Câmara é suspensa em Rosário

A sessão da Câmara Municipal de Rosário que seria realizada nesta segunda-feira (25) foi suspensa por falta de quórum, segundo argumentou o presidente da Câmara, vereador Agenor Brandão (PV).

O prazo regimental para iniciar a sessão é às 17h, com tolerância de atraso de apenas 15 minutos. Segundo Brandão, o prazo tolerável foi extrapolado e ele iniciou e encerrou a sessão por falta de quórum.

Os vereadores Léo Cavalcante (PTB), Pedrosa Necó (PSB), Sandro Marinho (PSD), Carlos do Remédio (SD), Jardson Rocha (PP), Preto do Raça (PP), Kiko (PP), Nazareno Barros (PTdoB), Magno Nazar (PRP) e Ademar do Sindicato (PRP) estavam na câmara, mas muitos deles não estavam em plenário. Segundo Brandão, foram feitas três chamadas para iniciar a sessão. Já haviam sete inscritos no livro para os expedientes.

Os vereadores ficaram indignados com a não realização da sessão e prometeram fazer uma manifestação com carro de som na frente do parlamento rosariense.


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