quarta-feira, 1 de junho de 2016

Última cartada


Edivaldo Holanda Jr ao lado do Governador Flávio Dino
Lideranças do PDT e do PCdoB já têm agenda marcada para os próximos dias. Na pauta, um assunto delicado: a salvação da reeleição do prefeito Edivaldo Júnior (PDT). O prefeito corre sério risco de ficar fora de um eventual segundo turno e começa a sentir o esvaziamento na classe política.

Pedetistas e comunistas querem encontrar uma forma de fazer com que Edivaldo supere o desgaste com a classe política e estanque a rejeição, hoje acima dos 50%. Mas sabem que a esta altura do campeonato é missão quase inglória, dadas as circunstâncias da batalha.
Outro problema é a própria relação entre membros do PDT e do PCdoB.
Os pedetistas se ressentem da falta de envolvimento direto dos comunistas com a campanha do prefeito - acham que o governador Flávio Dino, por exemplo, tem dado sinais de que tenta evitar a ligação do seu nome com a campanha de Edivaldo.
Outro reclame - e este parte do próprio prefeito - se dá em razão das constantes e sistemáticas notas dando conta de que Flávio Dino trabalha uma espécie de plano B para um eventual fracasso de Edivaldo, buscando nomes com potencial em outros partidos, incluindo o PT.
De acordo com o que apurou a coluna, devem sentar à mesa os líderes pedetistas Weverton Rocha, Julião Amin e o próprio prefeito; do lado dos comunistas, os listados são o secretário Márcio Jerry e o próprio Flávio Dino, os únicos com poder de decisão na legenda.
Os aliados de Edivaldo Júnior - tanto do PDT quanto do PCdoB - acusaram o golpe da aliança entre o PSDB e o PPS. E a reunião deve discutir também uma espécie de última cartada para recuperar as chances do prefeito de São Luís.

 Por Estado Maior

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